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a dESarrumada

Citações minhas: "eu se não gostasse de meter aqui baboseiras pessoais já há muito que não tinha um blog... é que sinceramente, não tenho mais nada de interessante para escrever."

a dESarrumada

Citações minhas: "eu se não gostasse de meter aqui baboseiras pessoais já há muito que não tinha um blog... é que sinceramente, não tenho mais nada de interessante para escrever."

28
Jul15

Afinal quem é o Ambrósio?

A pedido de muitas famílias, decidi tentar tirar uma foto ao Ambrósio, mas o raio do moço é tímido para carago e estava cheio de pressa para me foder à bruta contra a limusina. A sorte dele é mesmo ser um rei na cama e ter uma pila enorme.


Quem pode pode, e aqui a desarrumada pode levar com ele sempre que quiser...


ambrósio tímido.jpg


 





26
Jul15

Vamos à Grécia rápido...

... antes que feche.

Hoje acordei com uma vontade enorme de conhecer esta ilha linda. E após ver algumas fotos e fazer umas pesquisa, é definitivamente um sítio a visitar. Deixo-vos a minha lista de sonho:

1. Londres 
2. Atenas e ilhas gregas
3. Roma e Veneza
4. Dublin
5. Amesterdão



Para já é isto... os meus destinos de férias nos próximos 5 anos! (para já só em sonhos!)

Quem é a pessoa hiper mega simpática que me oferece um bilhete, quem, quem?

Pois desarrumada, trabalha...


mu.jpg


 

25
Jul15

Ora bem... vou falar de mim.

Boa noite, para todos que me acompanham já há algum tempo, ou para quem é mais recente neste cantinho desarrumado, gostaria de falar um bocadinho sobre a pessoa que está por trás do blog... raramente falo directamente sobre mim (ainda bem eu sei!), por isso isto vai ser uma estreia até para mim.

Sou uma moça que por não estar satisfeita com o que fazia em Portugal decidiu emigrar. Mas sim, gosto de acreditar que a emigração não me define, no entanto mudou a minha vida... comecei este blog na altura em que vim para França, um bocadinho para desanuviar do peso dos dias e divertir-me um pouco. Foi com esse objectivo que criei este canto, esta gaveta cheia de peúgas mal-cheirosas e recibos das compras. 

Quem me segue sabe (ou imagina) como sou uma pessoa um tanto ou quanto... como hei-de dizer... bipolar? paradoxal? Ora estou a ser a miúda mais alegre do mundo, ora estou a fazer chorar as pedrinhas da calçada, e o meu lado porno-javardo gosta de vir espreitar à tona d'água muito mais vezes do que aquilo que queria (será que quero mesmo?) esconder.

Venho de uma aldeiazinha do interior do país à beira-mar plantado, por isso o meu lado brejeiro está sempre ao de cima, regras de "politesse" não são bem a minha cena e por vezes sou desleixada (não era bem esta a palavra que queria, mas na falta de melhor fica assim) no que diz respeito às relações interpessoais, sendo por vezes interpretada como mal-educada, rude e descuidada... praí umas 75% das vezes.

Mas também acredito que tenho um lado bom, um fundo humano... bem lá no fundinho não consigo magoar ninguém, chega a hora H e quando digo que me vou vingar de algo acabo por deitar tudo para trás das costas e esquecer. Odeio confrontos e por isso gosto de me manter num mundinho só meu. O mundo idealista,o mundo dos brinquedos como a minha colega de casa lhe chama.

O intuito inicial do blog era ser cómico e perverso, "ajuntando" umas partes pequeninas de mim, e pretendo que assim continue atenção! Mas às vezes, e só às vezes, apetece-me chegar aqui e despejar tudo que me vai na alma. Como hoje. Fazer disto o meu diário pessoal. Aquele diário que só vamos buscar à gaveta quando o dia, das duas uma, ou foi muito bom, ou foi uma valente merda...

Sintam-se sempre em casa aqui, saibam que isto vai ter alguns conteúdos mais pessoais... sem medos que eu cá não sou rapariga de exageros! Uma coisa vos garanto, o meu cantinho nunca vai deixar de ser o sítio bem-humorado e descontraído a que já vos habituei.

Beijos... Onde? Na bunda claro está!

22
Jul15

Amas-me muito... pouco.

Vi este texto algures pela internet e gostei tanto dele que decidi partilhar. Não sei quem é o autor...



Amas-me muito, mas não me queres para sempre. Amas-me muito, mas não tens tempo para mim. Amas-me muito, mas não confias em mim. Amas-me muito, mas quando preciso de ti não estás. Amas-me muito, mas guardas muitos segredos. Amas-me muito, mas magoas-me na mesma. Amas-me muito, mas nunca ficas mais um pouco. Tu não me amas sequer, quanto mais… muito.


 


17
Jul15

Quero é que sejas feliz.

Sim, fui eu que acabei contigo. Sim, eu sabia que tu não me fazias feliz, nem eu a ti. Não conseguia imaginar o futuro ao teu lado e por isso afastei-me.
A decisão que tomei três meses depois afastou-me também fisicamente de ti, para sempre como já iria ser de qualquer das formas. Disseste-me que acabei contigo por causa da tua doença, mas não, eu não te amava, nunca amei. Quem ama ultrapassa qualquer doença, ultrapassa qualquer dificuldade. Ou pelo menos gostamos todos de acreditar que assim o é. É a verdade nua e crua, e a verdade dói... oh se dói.

Digo-te, também sofri, sofri por saber que não te amei como devias ter sido amado. Mas também sofri quando voltaste logo para ela.

A verdade é que tudo passa. Tudo. E hoje quando vejo as tuas fotografias com ela sorrio, porque estás feliz. E ouve... queres saber uma coisa? Quero é que sejas feliz.

12
Jul15

O lado menos bom de emigrar.

Quando vim para França e lia aqueles textos pseudo-depressivos sobre ser emigrante, que falam de tudo que se perde quando se está longe, ficava triste e revoltada. Quando estamos longe surgem sempre aquelas dúvidas estúpidas, que vai ser dos meus pais quando forem velhinhos? Porque é que já houve 5 aniversários de familiares desde que aqui estou e ainda não consegui estar fisicamente presente em nenhum? Quantos mais aniversários/casamentos/festivais vou faltar? E quando alguém morrer, que faço? 
Tudo perguntas para as quais não tenho resposta,  e não sei se quero ter! Prefiro não ter.
Tudo isto é difícil, sim! Mas ler este tipo de textos não ajuda. E se falássemos sobre as coisas boas da emigração? E se nos lembrássemos mais vezes do motivo que nos fez sair? E se somos tão infelizes por ter emigrado porque não voltamos? Eu sei que parece duro dizer isto. Mas sei, ou acho que sei, que o dia em que achar que isto não dá, o dia em que deixar as saudades ultrapassarem a vontade de estabilidade profissional... nesse dia volto. Espero.

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